Quando faz sentido. Por obrigação legal ou por decisão de gestão.
01
Grandes empresas
Empresas que não são PME (250 ou mais trabalhadores, ou volume de negócios e balanço acima dos limites legais) têm de realizar auditorias energéticas, no mínimo, de 4 em 4 anos (Decreto-Lei n.º 68-A/2015).
02
Consumidores intensivos (SGCIE)
Instalações com consumo anual igual ou superior a 500 tep estão abrangidas pelo SGCIE: auditoria energética de 8 em 8 anos e Plano de Racionalização do Consumo de Energia.
03
Edifícios de serviços
Hotéis, escritórios, edifícios públicos, escolas e unidades de saúde com faturas elevadas ou consumos que não se explicam.
04
Antes de investir
Antes de uma renovação, de substituir sistemas de climatização ou de avançar com uma candidatura a financiamento — para investir onde o impacto é maior.
Como fazemos. Decisões baseadas em medições, não em estimativas.
01
Análise de consumos
Faturas, contadores, telecontagem e dados da gestão técnica: perfis de consumo, sazonalidade e indicadores de desempenho.
02
Campanha de medição
Registadores de energia, temperatura e humidade instalados durante um período representativo, para obter diagramas de carga reais.
03
Desagregação por usos finais
Quanto consomem a climatização, as águas quentes, a iluminação, a ventilação, os equipamentos e os processos.
04
Medidas e plano de ação
Medidas de eficiência quantificadas — investimento, poupança anual, período de retorno — e ordenadas por prioridade de atuação.
O que recebe. Um relatório para decidir, não apenas para cumprir.
01
Relatório de auditoria
Caracterização energética, diagramas de carga, desagregação de consumos e indicadores, com linguagem clara para a gestão.
02
Plano de medidas
Medidas com análise técnico-económica, desde ajustes de operação sem custo até investimentos em sistemas e envolvente.
03
Medição e verificação
Plano para verificar as poupanças obtidas segundo o protocolo IPMVP, com técnicos certificados.
Um só interlocutor. A auditoria liga-se aos restantes serviços.
SD
Simulação dinâmica
Para medidas que interagem entre si — envolvente, sombreamento, climatização — a simulação dinâmica quantifica o efeito conjunto antes de investir. Simulação dinâmica ›
TGE
Gestão de energia
As medidas de operação passam para o plano de manutenção e para a gestão de energia do edifício. Técnico de Gestão de Energia ›
PRR
Candidaturas a financiamento
A auditoria é a base técnica de muitas candidaturas PRR e Portugal 2030 — tratamos de toda a componente técnica.
Perguntas frequentes.
A minha empresa é obrigada a fazer uma auditoria energética?
É obrigada se não for uma PME — ou seja, se tiver 250 ou mais trabalhadores, ou um volume de negócios anual superior a 50 milhões de euros e um balanço superior a 43 milhões de euros. Nesse caso, a auditoria tem de ser repetida, no mínimo, de 4 em 4 anos. As instalações com consumo anual igual ou superior a 500 tep estão ainda abrangidas pelo SGCIE.
Qual a diferença entre uma auditoria e um certificado energético?
O certificado energético classifica o edifício em condições normalizadas de utilização. A auditoria analisa o consumo real, com medições, e identifica exatamente onde e como poupar, com a análise económica de cada medida.
Quanto tempo demora uma auditoria energética?
Depende da dimensão e da complexidade. A campanha de medição decorre normalmente durante algumas semanas, para captar um período representativo de funcionamento; o prazo global é indicado na proposta.
A auditoria interfere com o funcionamento do edifício?
Praticamente não. Os registadores são instalados nos quadros elétricos e nos espaços sem interromper a atividade, e as visitas são combinadas com a equipa do edifício.
Como sei se as poupanças se confirmam?
Propomos um plano de medição e verificação segundo o protocolo IPMVP, que compara os consumos antes e depois das medidas, ajustados às condições de utilização e de clima.
